Acervo Musical Afonso Prates da Silva

Acervo Musical Afonso Prates da Silva

terça-feira, 22 de setembro de 2015

ARTE CIRCENSE


OSCARITO

Hoje quero esquecer toda esta balburdia que desponta de norte ao Sul no país, onde só  ouvimos e presenciamos crimes, ofensas, corrupções etc. Estava vendo um filme do meu ator comediante preferido Oscarito, e resolvi publicar algo sobre este talentoso artista, que apesar de ter nascido na Espanha, sentia-se mais brasileiro do que muitas pessoas que conheço. Para muitos de meus amigos e leitores não é surpresa seu trabalho, mas, gostaria que esta juventude também tivesse o privilégio de conhece-lo, bem como seus filmes da época da Atlântida.


Quem foi 

Oscar Lourenço Jacinto da Imaculada Conceição da Teresa Dias popularmente e artisticamente conhecido por Oscarito foi um importante comediante do período da chanchada no Brasil. Nasceu na cidade de Málaga (Espanha) em 16 de agosto de 1906. Atuou no cinema e também no teatro.

Biografia resumida

Oscarito veio morar no Brasil, com a família, com apenas um ano de idade. Ainda criança trabalhou no circo como trapezista, palhaço e acrobata. Atuou também em pequenos grupos de teatro junto com integrantes de sua família.


No começo da década de 1930 entrou para o Teatro de Revista. Em 1932, estreou no teatro com a peça “Calma, Gegê”, onde ocorria uma sátira ao então presidente Getúlio Vargas.


Sua estréia no cinema foi em 1935 no filme Noites Cariocas. Ganhou grande destaque com seu personagem cômico de um carioca simpático. Sua parceria com Grande Otelo fez grande sucesso nas telas do cinema brasileiro.
Um das qualidades de Oscarito foi levar a alegria do circo e dos palhaços para a representação no teatro e no cinema.


Oscarito casou-se com Margot Louro e teve com ela dois filhos. Morreu em 4 de agosto de 1970, após um acidente vascular.


Principais filmes de Oscarito:


- Noites Cariocas (1935)
- Banana da Terra (1938)
- Céu Azul (1940)
- Vinte e Quatro Horas de Sonho (1941)
- Tristezas Não Pagam Dívidas (1944)
- Não adianta chorar (1945)
- Fantasma por Acaso (1946)
- Este Mundo é um Pandeiro (1947)
- Carnaval no Fogo (1949)
- Aviso aos Navegantes (1950)
- Carnaval Atlântida (1952)
- Matar ou correr (1954)
- Nem Sansão nem Dalila (1954)
- Pintando o Sete (1959)
  

Nem Sansão nem Dalila - Comédia 

                                                                                

sábado, 5 de setembro de 2015

SEMANA DA PÁTRIA



Dia 7 de Setembro

Semana da pátria,
quanto tempo faz que o respeito
fazia jus ao evento.
Quanto tempo faz que a nação
aguardava com ansiedade este dia.
O desfile escolar, nas pequenas cidades do interior,
os grandes desfiles das forças armadas

nos grandes centros.
Quanto tempo faz....

Hoje, que temos para festejar,
o povo está triste, silencioso.
A  desordem e a corrupção predominam na 
Pátria Mãe.
Falta ânimo ao povo, cantar, festejar
o desânimo toma conta do país.
Mas, como brasileiro, esta mistura de raças,
corajosas, laboriosas e ordeiras,
nunca perdemos a fé, que melhores dias virão.
Os governantes não cumprem os seus deveres,
entretanto, somos em partes, culpados
o exercício do civismo não mais é praticado,
nossas escolhas são verdadeiros fracassos,
e, mesmo sabendo disto,
continuamos errando.
Finalmente, só nos resta clamar,
Senhor, salve nossa Pátria.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015





A lição do vendedor de cachorros-quentes


Vem circulando pela internet uma fábula emblemática dos efeitos de crises econômicas. Conta a história de um homem que prosperou vendendo cachorros-quentes. Apregoava bem seu produto, com ânimo pessoal e com cartazes pela estrada em cuja beira ficava sua casa. Usou sempre pão e salsicha da melhor qualidade e conquistou freguesia ao ponto de conseguir pagar a faculdade do filho, que se formou em Economia. Eis que este filho, retornando à casa paterna, adverte-o: “Pai, então você não vê televisão e não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso país é crítica”. Assustado, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, é claro, pior) e começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também, piores). Para economizar, parou de colocar cartazes na estrada. Abatido pela notícia da crise, já não oferecia o seu produto em voz alta. Tomadas essas "providências", as vendas começaram a cair, chegaram a níveis insuportáveis. O negócio de cachorros-quentes do homem, próspero até então, quebrou. O pai, triste, falou para o filho: "você estava certo, nós estamos no meio de uma grande crise." Qualquer crise se alimenta de desânimo, de falta de esperança e da subsequente redução na capacidade de trabalho. Façamos o contrário e a superaremos, como superamos tantas outras. A motivação pessoal é o alicerce para a construção, nesse momento, de oportunidades para novas conquistas. As tantas adversidades enfrentadas outrora em nosso país tiveram ao menos esse saldo positivo. Registram que, contrariando toda lógica, alguns prosperaram em meio a elas. Qual a diferença crucial destes para os que, como preconizado, viam seus negócios naufragando ou, no mínimo, perdendo lucratividade e fôlego? Basicamente, a inspiração de que um cenário inicialmente adverso podia ser transformado em favorável.

domingo, 2 de agosto de 2015

Como sempre que tem bons amigos pode  considerar-se uma pessoa feliz. Recebi este texto de meu amigo J. Medeiros, e por considerar excelente publico desejando a todos meus amigos, uma feliz semana. Comprovem se não é uma texto maravilhoso e realista.

 Fui criada com princípios morais comuns. Quando criança, ladrões tinham a aparência de ladrões e nossa única preocupação em relação à segurança era a de que os “lanterninhas” dos cinemas nos expulsassem devido às batidas com os pés no chão quando uma determinada música era tocada no início dos filmes, nas matinês de domingo.
 Mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos eram autoridades presumidas, dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos, e/ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder deseducadamente à policiais, mestres, aos mais idosos, autoridades.
 Confiávamos nos adultos porque todos eram pais e mães de todas as crianças da rua, do bairro, da cidade. Tínhamos medo apenas do escuro, de sapos, de filmes de terror.
 Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo que perdemos.
 Por tudo que meus netos um dia temerão. Pelo medo no olhar de crianças, jovens, velhos e adultos.
 Matar os pais, os avós, violentar crianças, sequestrar, roubar, enganar, passar a perna, tudo virou banalidade de notícias policiais, esquecidas após o primeiro intervalo comercial. Agentes de trânsito multando infratores são exploradores, funcionários de indústrias de multas. Policiais em blitz são abuso de autoridade.
 Regalias em presídios são matéria votada em reuniões. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem é ser otário. Pagar dívidas em dia é bancar o bobo, anistia para os caloteiros de plantão.
 Ladrões de terno e gravata, assassinos com cara de anjo, pedófilos de cabelos brancos. O que aconteceu conosco? Professores surrados em salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas. Crianças morrendo de fome!
 Que valores são esses?
 Carros que valem mais que abraço, filhos querendo-os como brindes por passar de ano. Celulares nas mochilas dos recém saídos das  fraldas. TV, DVD, vídeo-games...
 O que vai querer em troca desse abraço, meu filho?
 Mais vale um Armani do que um diploma. Mais vale um telão do que um papo. Mais vale um baseado do que um sorvete. Mais valem dois vinténs do que um gosto.
 Que lares são esses?
 Jovens ausentes, pais ausentes. Droga presente. E o presente? uma droga! O que é aquilo? Uma árvore, uma galinha, uma estrela, ou uma flor?
 Quando  foi que tudo sumiu ou virou ridículo? Quando foi que esqueci o nome do meu vizinho? Quando foi que olhei nos olhos de quem me pede roupa, comida, calçado sem sentir medo? Quando foi que me fechei?
 Quero de volta a minha dignidade, a minha paz. Quero de volta a lei e a ordem. Quero liberdade com segurança!
 Quero tirar as grades da minha janela para tocar as flores!
 Quero sentar na calçada e ter a porta aberta nas noites de verão.
 Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olho no olho. Quero a vergonha, a solidariedade. Quero a esperança, a alegria. Teto para todos, comida na mesa, saúde a mil.
 Quero calar a boca de quem diz: “ a nível de”, enquanto pessoa. Abaixo o  “TER”, viva o “SER”! E viva o retorno da verdadeira vida, simples como uma gota de chuva, limpa como um céu de abril, leve como a brisa da manhã!  E definitivamente comum, como eu.
 Adoro o meu mundo simples e comum. Vamos voltar a ser “gente”? Ter o amor, a solidariedade, a fraternidade como base.  A indignação diante da falta de ética, de moral, de respeito... Discordar do absurdo. Construir sempre um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas.
 Utopia? Não... ...hein? Quem sabe?... ...se você e eu fizermos nossa parte e contaminarmos mais pessoas, e essas pessoas contaminarem mais pessoas.. Comece repassando esta mensagem! 
 

sábado, 1 de agosto de 2015

PEDINDO  AJUDA


Muitas vezes pensamos que os problemas dos outros não nos dizem respeito, entretanto enganamo-nos redondamente. Vejam nesta pequena fábula um exemplo.

"Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. 

Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. 

Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: 

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!

A galinha disse: 

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e disse: 

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !

- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse: 

- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não !

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. 

A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. 

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. 

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. 

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. 

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. 

A mulher não melhorou e acabou morrendo. 

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo."

“Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.” 

sexta-feira, 24 de julho de 2015

George Carlin





George Carlin, foi um humorista, ator e autor comediante dos anos 70, quando sua esposa faleceu, escreveu algumas palavras que tocaram o mundo minha gente. Eu gostaria de partilhar dessas palavras com você hoje. “Para que possamos refletir como a vida está passando".
O paradoxo de nosso tempo é que temos edifícios mais altos e temperaturas mais reduzidas. Estradas mais largas e pontos de vista mais estreitos. Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós amamos raramente, e odiamos frequentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver.
Adicionamos anos à nossa vida, e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas não cruzamos a rua para encontrar
um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma;
Dominamos o átomo, mas não nosso preconceito;
Escrevemos mais, mas aprendemos menos;
Planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta;
Tempo do homem grande de caráter pequeno;
Dos lucros acentuados e relações vazias.
Esta é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Esta é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis.
Dos cérebros ocos e das pílulas “mágicas”.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa.
Uma era que leva esta carta a você, e uma era que te permite dividir
esta reflexão ou simplesmente clicar em “delete”.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não
estarão por aqui para sempre.
Lembre-se de dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer “eu te amo” ao seu parceiro e aos seus entes queridos, mas acima de tudo, fazê-lo sinceramente.
Um beijo e um abraço podem curar uma ferida, quando se é dado com toda a alma. Dê-se tempo para amar e conversar, compartilhando suas mais preciosas ideias.
E sempre, sempre… recorde:
A vida não se mede pelo número de vezes que respiramos,
Mas sim pelos extraordinários e importantes momentos que vivemos em plenitude.
 George Carlin.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

SANTA PIMENTA



Recebi esta matéria de um grande amigo e Irmão ,Paulo Stahlhöfer, e resolvi publica-la em homenagem ao meu filho Afonso Jr. que é um grande defensor do uso da pimenta.


Santa pimenta
 Quem coloca a pimenta no dia-a-dia está levando, além de tempero, uma série de medicamentos naturais: analgésico, anti-inflamatório, xarope, vitaminas, benefícios que os Chineses e outros povos primitivos descobriram há milhares de anos, utilizando-a como fitoterápico e que agora estão sendo comprovados pela ciência.

A pimenta faz bem à saúde e seu consumo é essencial para quem tem enxaqueca. Essa afirmação pode cair como uma surpresa para muitas pessoas que, até hoje, acham que o condimento ardido deve ser evitado.

A pimenta traz consigo alguns mitos, como por exemplo o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorroidas. Nada disso é verdade. Por incrível que pareça, as pesquisas científicas mostram justamente o oposto! A substância química que dá à pimenta o seu caráter ardido é exatamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde.

O nome da substância é piperina. Na pimenta vermelha, é a capsaicina. Surpresa! Elas provocam a liberação de endorfinas - verdadeiras morfinas internas, analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica!

O mecanismo é simples: Assim que você ingere um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina ativam receptores sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a sua boca estaria pegando fogo. Tal informação, gera, imediatamente, uma resposta do cérebro no sentido de salvá-lo desse fogo: você começa a salivar, sua face transpira e seu nariz fica úmido, tudo isso no intuito de refrescá-lo.

Além disso, embora a pimenta não tenha provocado nenhum dano físico real, seu cérebro, enganado pela informação que sua boca estava pegando fogo, inicia, de pronto, a fabricação de endorfinas, que permanecem um bom tempo no seu organismo, provocando uma sensação de bem-estar, uma euforia, um tipo de barato, um estado alterado de consciência muito agradável, causado pelo verdadeiro banho de morfina interna do cérebro. E tudo isso sem nenhuma gota de álcool!

Quanto mais ardida a pimenta, mais endorfina é produzida! E quanto mais endorfina, menos dor e menos enxaqueca.

E tem mais: as substâncias picantes das pimentas (capsaicina e piperina) melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago. Possuem efeito carminativo (antiflatulência). Estimulam a circulação no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde que, é claro, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente. Existem cada vez mais estudos demonstrando a potente açãoantioxidante(antienvelhecimento) da capsaicina e piperina.

Pesquisadores do mundo todo não param de descobrir que a pimenta tem qualidades farmacológicas importantes. Além dos princípios ativos capsaicina e piperina, o condimento é muito rico em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio. Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protetores do DNA celular. Também contém bioflavonóides, pigmentos vegetais que previnem o câncer.

Graças a essas vantagens, a planta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde. Hoje ela é usada como matéria-prima para vários remédios que aliviam dores musculares e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção de arteriosclerose.

Apesar disso, muitas pessoas ainda têm receio de consumi-la, pois acreditam que possa causar mais mal do que bem. Se você é uma delas, saiba que diversos estudos recentes têm revelado que a pimenta não é um veneno nem mesmo para quem tem hemorroidas, gastrite ou hipertensão.


DOENÇAS QUE A PIMENTA CURA E PREVINE

Baixa imunidade - A pimenta tem sido aplicada em diversas partes do mundo no combate à aids com resultados promissores.


Câncer - Pesquisas nos Estados Unidos apontam a capacidade da capsaicina de inibir o crescimento de células de tumor maligno na próstata, sem causar toxicidade.

Outro grupo de cientistas tratou seres humanos portadores de tumores pancreáticos malignos com doses desse mesmo princípio ativo. Depois de algum tempo constataram que houve redução de 50% dos tumores, sem afetação das células pancreáticas saudáveis ou efeitos colaterais.

Já em Taiwan os médicos observaram a morte de células cancerosas do esôfago.

Depressão - A ingestão da iguaria aumenta a liberação de noradrenalina e adrenalina, responsáveis pelo nosso estado de alerta, que está associado também à melhora do ânimo em pessoas deprimidas.

Enxaqueca - Provoca a liberação de endorfinas, analgésicos naturais potentes, que atenuam a dor.

Feridas abertas - É anti-séptica, analgésica, cicatrizante e anti-hemorrágica quando o seu pó é colocado diretamente sobre a pele machucada.

Gripes e resfriados - Tanto para o tratamento quanto para a prevenção dessas doenças, é comum recomendar a ingestão de uma pequena pimenta malagueta por dia, como se fosse uma pílula.

Hemorróidas - A capsaicina tem poder cicatrizante e já existem remédios com pimenta para uso tópico.

Infecções - O alimento combate as bactérias, já que tem poder bacteriostático e bactericida, e não prejudica o sistema de defesa. Pelo contrário, até estimula a recuperação imunológica.

Males do coração - A pimenta tem sido apontada como capaz de interromper um ataque cardíaco em 30 segundos.
Ela contém componentes anticoagulantes que ajudam na desobstrução dos vasos sanguíneos e ativam a circulação arterial.

Obesidade - Consumida nas refeições, ela estimula o organismo a diminuir o apetite nas seguintes. Um estudo revelou que a pimenta derrete os estoques de energia acumulados em forma de gordura corporal. Além disso, aumenta a temperatura (termogênese) e, para dissipá-la, o organismo gasta mais calorias. As pesquisas indicam que cada grama queima 45 calorias.

Pressão alta - Como tem propriedades vasodilatadoras, ajuda a regularizar a pressão arterial