Acervo Musical Afonso Prates da Silva

Acervo Musical Afonso Prates da Silva

quarta-feira, 9 de abril de 2014

MILITARES, NUNCA MAIS....


O texto abaixo foi escrito por Anselmo Cordeiro e não Millor Fernandes como publiquei. Pelo estilo  de escrita e pela forma irônica como está apresentada, levou meu amigo Paulo, que me remeteu por E-mail, a também divulgar erroneamente. 
Por tratar-se de um texto que bem se enquadra com a atual situação, publiquei cometendo uma injustiça ao seu verdadeiro autor. 
(Afonso Prates da Silva)
Militar é incompetente demais!!!
Militares, nunca mais!


Ainda bem que hoje tudo é diferente, temos um PT sério,
honesto e progressista.
Cresce o grupo que não quer mais ver militares no poder,
pelas razões abaixo.

Militar no poder, nunca mais.
Só fizeram lambanças.
Tiraram o cenário bucólico que havia na Via Dutra de uma só pista,
que foi duplicada e recebeu melhorias;
acabaram aí com as emoções das curvas mal construídas e os solavancos estimulantes provocados pelos buracos n

Não satisfeitos, fizeram o mesmo com a rodovia Rio-Juiz de Fora.

Com a construção da ponte Rio - Niterói, acabaram com o sonho de crescimento da pequena Magé, cidade nos fundos da Baía de Guanabara, que era caminho obrigatório dos que iam de um lado ao outro e não queriam sofrer na espera da barcaça que levava meia dúzia de carros.

Criaram esse maldito do Proálcool, com o medo infundado de que o petróleo vai acabar um dia.

Para apressar logo o fim do chamado "ouro negro",
deram um impulso gigantesco à Petrobras,
que passou a extrair petróleo 10 vezes mais
(de 75 mil barris diários, passou a produzir 750 mil);
sem contar o fedor de bêbado que os carros passaram a ter com o uso do álcool.

Enfiaram o Brasil numa disputa estressante,
levando-o da posição de 45ª economia do mundo para a posição de 8ª, trazendo com isso uma nociva onda de inveja mundial.

Tiraram o sossego da vida ociosa de 13 milhões de brasileiros,
que, com a gigantesca oferta de emprego,
ficaram sem a desculpa do "estou desempregado".

Em 1971, no governo militar, o Brasil alcançou a posição de segundo maior construtor de navios no mundo.
Uma desgraça completa.

Com gigantesca oferta de empregos, baixaram consideravelmente os índices de roubos e assaltos.
Sem aquela emoção de estar na iminência de sofrer um assalto, os nossos passeios perderem completamente a graça.

Alteraram profundamente a topografia do território brasileiro com a construção de hidrelétricas gigantescas
(Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipu),
o que obrigou as nossas crianças a aprenderem sobre essas bobagens de nomes esquisitos.

O Brasil, que antes vivia o romantismo do jantar à luz de velas ou de lamparinas, teve que tolerar a instalação de milhares de torres de alta tensão espalhadas pelo seu território, para levar energia elétrica a quem nunca precisou disso.

Implementaram os metrôs de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, deixando tudo pronto para atazanar a vida dos cidadãos e o trânsito nestas cidades.

Esses militares baniram do Brasil pessoas bem intencionadas,
que queriam implantar aqui um regime político que fazia a felicidade dos russos, cubanos e chineses,
em cujos países as pessoas se reuniam em fila
nas ruas apenas para bater-papo, e ninguém pensava em sair a passeio para nenhum outro país.

Foram demasiadamente rigorosos com os simpatizantes daqueles regimes,
só porque soltaram uma
"bombinha de São João"
no aeroporto de Guararapes,
onde alguns inocentes morreram de susto apenas.

Os militares são muito estressados.
Fazem tempestade em copo d'água só por causa de alguns assaltos a bancos, sequestros de diplomatas...
ninharias que qualquer delegado de polícia resolve.

Tiraram-nos o interesse pela Política, vez que os deputados e senadores daquela época não nos brindavam com esses deliciosos escândalos que fazem a alegria da gente hoje.

Os de hoje é que são bons e honestos.
Cadê os Impostos de hoje, isto eles não fizeram!
Para piorar a coisa, ainda criaram o MOBRAL, que ensinou milhões a ler e escrever, aumentando mais ainda o poder desses empregados contra os seus patrões.

Nem o homem do campo escapou, porque criaram para ele o FUNRURAL, tirando do pobre coitado a doce preocupação que ele tinha com o seu futuro. Era tão bom imaginar-se velhinho, pedindo esmolas para sobreviver.

Outras desgraças criadas pelos militares:
Trouxeram a TV a cores para as nossas casas,
pelas mãos e burrice de um Oficial do Exército,
formado pelo Instituto Militar de Engenharia,
que inventou o sistema PAL-M.
Criaram ainda a EMBRATEL;
TELEBRÁS; ANGRA I e II; INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM.

Tudo isso e muito mais os militares fizeram em 22 anos de governo.
Pensa!!
Depois que entregaram o governo aos civis, estes,
nos vinte anos seguintes,
não fizeram nem 10% dos estragos que os militares fizeram.
Graças a Deus!
Ainda bem que os militares não continuaram no poder!!
Tem muito mais coisas horrorosas que eles,
os militares, criaram,
mas o que está escrito acima é o bastante para dizermos:
"Militar no poder, nunca mais!!!",
exceto os domesticados.

Ainda bem que hoje estão assumindo o poder
pessoas compromissadas com os interesses do Povo.

Militares jamais!
Os políticos de hoje pensam apenas em ajudar as pessoas e foram injustamente prejudicadas quando enfrentavam os militares
com armas às escondidas com bandeiras de socialismo.

Os países socialistas são exemplos a todos.

ALÉM DISSO, NENHUM DESSES MILITARES
CONSEGUIU FICAR RICO.
ÊTA INCOMPETÊNCIA!!!
Anselmo Cordeiro


sexta-feira, 4 de abril de 2014



A língua portuguesa

O português é a quinta língua mais falada no mundo. Confira algumas curiosidades sobre o processo de aprendizado do idioma para os estrangeiros. Aproveito um artigo que meu colega de ginásio  João Jerônimo enviou-me via E-mail para elucidar melhor este artigo.

Meia, Meia ou Meia?
...
*Na recepção dum salão de convenções, em Fortaleza*
- Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o Congresso.
- Pelo seu sotaque vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde?
- Sou de Maputo, Moçambique.
- Da África, né?
- Sim, sim, da África.
- Aqui está cheio de africanos, vindos de toda parte do mundo. O mundo está cheio de africanos.
- É verdade. Mas se pensar bem, veremos que todos somos africanos, pois a África é o berço antropológico da humanidade...
- Pronto, tem uma palestra agora na sala meia oito.
- Desculpe, qual sala?
- Meia oito.
- Podes escrever?
- Não sabe o que é meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68.
- Ah, entendi, *meia* é *seis*.
- Isso mesmo, meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma informação: A organização do Congresso está cobrando uma pequena taxa para quem quiser ficar com o material: DVD, apostilas, etc., gostaria de encomendar?
- Quanto tenho que pagar?
- Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes pagam *meia*.
- Hmmm! que bom. Ai está: *seis* reais.
- Não, o senhor paga meia. Só cinco, entende?
- Pago meia? Só cinco? *Meia* é *cinco*?
- Isso, meia é cinco.
- Tá bom, *meia* é *cinco*.
- Cuidado para não se atrasar, a palestra começa às nove e meia.
- Então já começou há quinze minutos, são nove e vinte.
- Não, ainda faltam dez minutos. Como falei, só começa às nove e meia.
- Pensei que fosse as 9:05, pois *meia* não é *cinco*? Você pode escrever aqui a hora que começa?
- Nove e meia, assim, veja: 9:30
- Ah, entendi, *meia* é *trinta*.
- Isso, mesmo, nove e trinta. Mais uma coisa senhor, tenho aqui um fôlder de um hotel que está fazendo um preço especial para os congressistas, o senhor já está hospedado?
- Sim, já estou na casa de um amigo.
- Em que bairro?
- No Trinta Bocas.
- Trinta bocas? Não existe esse bairro em Fortaleza, não seria no Seis Bocas?
- Isso mesmo, no bairro *Meia* Boca.
- Não é meia boca, é um bairro nobre.
- Então deve ser *cinco* bocas.
- Não, Seis Bocas, entende, Seis Bocas. Chamam assim porque há um encontro de seis ruas, por isso seis bocas. Entendeu?
- Acabou?
- Não. Senhor, é proibido entrar no evento de sandálias. Coloque uma meia e um sapato...
O africano pirou!!...

quarta-feira, 26 de março de 2014

TIRE SUAS CONCLUSÕES

Meus amigos (as) eu penso que já vi este filme, e você? 
Se não viu ainda, muito breve verá.....
Aguardem.....


A FÁBULA DA GALINHA VERMELHA



A história da galinha vermelha que achou alguns grãos de trigo e disse a
seus vizinhos:
- Se plantarmos trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a
plantá-lo?
- Eu não. Disse a vaca.
- Nem eu, emendou o pato.
- Eu também não, falou o porco.
- Eu muito menos, completou o ganso.
- Então eu mesma planto, disse a galinha vermelha.
E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu em grãos dourados.
- Quem vai me ajudar a colher o trigo?’ Quis saber a galinha.
- Eu não, disse o pato.
- Não faz parte de minhas funções, disse o porco.
- Não depois de tantos anos de serviço, exclamou a vaca.
- Eu me arriscaria a perder o seguro-desemprego, disse o ganso.
- Então eu mesma colho. Falou a galinha, e colheu o trigo ela mesma.
Finalmente, chegou a hora de preparar o pão.
- Quem vai me ajudar a assar o pão? Indagou a galinha vermelha.
- Só se me pagarem hora extra, falou a vaca.
- Eu não posso por em risco meu auxílio-doença, emendou o pato.
- Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão, disse o porco.
- Caso só eu ajude, é discriminação, resmungou o ganso.
- Então eu mesma faço, exclamou a pequena galinha vermelha.
Ela assou cinco pães, e pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem
ver.
De repente, todo mundo queria pão, e exigiu um pedaço. Mas a galinha
simplesmente disse:
- Não, eu vou comer os cinco pães sozinha.
- Lucros excessivos!. Gritou a vaca.
- Sanguessuga capitalista! . Exclamou o pato.
- Eu exijo direitos iguais! Bradou o ganso.
O porco, esse só grunhiu.
Eles pintaram faixas e cartazes dizendo ‘Injustiça’ e marcharam em
protesto contra a galinha, gritando obscenidades. Quando um agente do
governo chegou, disse à galinhazinha vermelha:
- Você não pode ser assim egoísta…
- Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor. Defendeu-se a galinha.
- Exatamente. Disse o funcionário do governo. Essa é a beleza da livre
empresa.. Qualquer um aqui na fazenda pode ganhar o quanto quiser, mas sob
nossas modernas regulamentações governamentais, os trabalhadores mais
produtivos têm que dividir o produto de seu trabalho com os que não fazem
nada.
A galinha distribuiu os pães aos animais e todos ficaram felizes, inclusive a pequena galinha vermelha, que sorriu e cacarejou:
- Eu estou grata, eu estou grata.
Mas os vizinhos sempre se perguntavam por que a galinha nunca mais fez absolutamente nada, nem mesmo um pão…

terça-feira, 18 de março de 2014

A FILOSOFIA PARA A VELHICE 
George Carlin, aos 102 anos.
                                                                              Foto de Ronaldo Amboni - Laguna SC
 Este artigo ofereço a todos os meus amigos, que me  prestigiam com suas leituras, dando-me ânimo para continuar escrevendo e publicando artigos maravilhosos como este. George Carlin, neste texto retrata uma experiência de vida que coincide perfeitamente com a nossa existência, principalmente na infância.

"Você sabia que a única época da vida em que gostamos de ficar velhos é quando somos crianças? Se tem menos de 10 anos, está tão entusiasmado em envelhecer que pensa em frações. “Quantos anos tem? Tenho quatro e meio!”
Você nunca terá trinta e seis e meio. Tem quatro e meio, quase cinco! Esta é a chave!
Quando você chegar à adolescência, ninguém mais lhe segura. Salta para um número próximo, ou mesmo alguns à frente. 
‘Quantos anos você tem?’ ‘Vou fazer 16!’ Pode ter 13, mas… “vou fazer 16”!
E, então, chega o maior dia da sua vida... Completou 21. Até as palavras soam como cerimônia. COMPLETOU 21... YESSSS!
Mas, então, chega aos 30. Oh, que aconteceu?
Isso parece leite estragado! Fica azedo, temos que jogá-lo fora. Não tem mais graça, agora é apenas um bolo azedo. O que está errado? O que mudou?
Você COMPLETA 21, ATINGE 30, aí está ‘A EMPURRAR’ 40. Putz! Trava, tudo começa a derrapar! Antes que você perceba, CHEGA aos 50, e os seus sonhos foram-se.
Mas, espera! Você fez 60. Nem sequer pensou que iria conseguir!
Assim, COMPLETA 21, ATINGE 30, ‘EMPURRA’ os 40, CHEGA aos 50 e ALCANÇA os 60.
Atingiu tal velocidade que bate nos 70!
Depois disso, é um dia após o outro… Alcançou sábado, 5 de dezembro de 2012!
Conseguiu chegar aos 80, e cada dia é um ciclo completo: vem o almoço; passou às 16:30h; chegou a hora de deitar.
E não acaba nos 90, começa então a voltar atrás: ‘Eu tinha exatamente 92 anos...’
Aí, acontece uma coisa estranha. Se você passar dos 100, volta a ser criança outra vez. ‘Eu tenho 100 e meio. Que todos vocês cheguem a uns saudáveis 100 e meio!’
COMO PERMANECER JOVEM
1. Livre-se de todos os números não essenciais . Isso inclui idade, peso e altura. Deixe os médicos preocuparem-se com eles. É para isso que você os paga.
2. Conserve só os amigos alegres.
Os pessimistas podem deprimi-lo.
3. Continue a aprender.
Aprenda mais sobre computadores, arte, jardinagem, seja o que for, até radioamadorismo. Nunca deixe o cérebro inativo. Trabalhe, estude. Uma mente inativa é a oficina do diabo. E o nome de família do diabo é ALZHEIMER.
4. Aprecie as coisas simples.
5. Ria sempre, muito e alto.  
Ria até perder o fôlego.
6. Lágrimas, acontecem. Suporte, queixe, mas continue.  As únicas pessoas que estão conosco a vida inteira somos nós mesmos. Mostre estar VIVO enquanto estiver vivo.
7. Rodeie daquilo que ama:
seja família, animais de estimação, coleções, música, plantas, hobbies, seja o que for.  Seu lar é o seu refúgio. 
8.Cuide da sua saúde:
se estiver boa, preserve-a. Se estiver instável, melhore-a. Se estiver além do que pode fazer, peça ajuda.
9. Não faça viagens de culpa.
Viaje para o shopping, mesmo para o a região mais próxima; para um país estrangeiro, mas não para onde a culpa está.
10. Diga que ama as pessoas, sempre que você puder.
E LEMBRE-SE SEMPRE: A vida não se mede pelo número de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram o fôlego."

Com esta música presto uma homenagem a quem levou sempre a vida rindo, feliz e transmitindo alegria a todos.
                                                                  

quarta-feira, 12 de março de 2014

Terapia do Elogio



TERAPIA DO ELOGIO 
Arthur Nogueira (Psicólogo) 

Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente 
pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada 
vez mais frios, não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, 
só se ouvem críticas. As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos 
de hoje não duram. A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e 
alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, 
não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais 
pais e filhos se elogiando, amigos, etc. Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a 
imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a 
obrigação de cuidar do corpo, do rosto. Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias. A falta de diálogo 
em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que 
sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios. Acabam com seus 
casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro 
de casa. Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos,  subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos 
parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos. Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser 
reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe 
gostam de ser reconhecidos, o bom amigo, a boa dona de casa, a mulher que 
se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um 
precisa do outro, é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a 

motivação na vida de qualquer pessoa. Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma? Pense nisso! 

quinta-feira, 6 de março de 2014

ROTATIVIDADE DE BANDIDOS...


Rotatividade de bandidos


Estamos agindo como marginais; Notem como vibramos quando um criminoso é morto durante uma perseguição policial, quando prende um ladrão, castigam e amarram num poste, os presentes agem como justiceiros,  satisfeitos a espera que novos casos iguais venham a acontecer. Banalizamos a criminalidade, incorporamos a índole do facínora, literalmente “estamos agindo como marginais”.
Somente com as mudanças nas leis poderemos, talvez, voltarmos novamente à tranqüilidade dos anos 50/ 60. Notem bem, dificilmente surge um bandido neófito, o que vimos é uma rotatividade de marginais. Suas fichas, quando presos, são sempre ricas em  conteúdos, no relato o mínimo que se vê são 6 ou mais passagens registradas nas delegacias., sem contar aqueles que comentem crimes estando sobre a tutela do estado, em regalia da lei. Então poderemos  amenizar o crime neste país? Claro que sim; alterem as leis, prendam e façam cumprir suas penas até o fim, retire-os das ruas, pois o que vemos é justamente o contrário, a fragilidade nas leis os coloca de volta às ruas.
Estou acovardado, tenho medo de sair à noite de casa. Aonde querem levar este país? Agora vão começar os programas políticos gratuitos nas rádios e TVs. Lá vêm novamente as mentiras calcadas nos tripés: Educação, Saúde e Segurança. Na verdade não temos nenhuma das três há muito tempo.  Com três quartos de século de vida vi muitas coisas acontecerem, entretanto nunca pensei que chegaríamos a este ponto, nossas casas são verdadeiras prisões, estamos com grades em todas as janelas, alarmes, empresas de segurança, câmeras, enfim, é um Deus nos acuda.
Amigos estamos naufragando, tenho pena das gerações que vem por aí.
Está na hora de repensarmos nossos votos, a mudança desta nação está em nossas mãos. Quem sabe nosso governador nas próximas eleições prometa segurança igual  ou melhor do que foi feito no Costão do Santinho aos representantes da Fifa.
Ah, também não se esqueçam dos nossos representantes na Câmara e no Legislativo Estadual, os verdadeiros responsáveis, quando vierem solicitar nossos votos lembremos que serão procurações públicas da nossa mudança ou da nossa ignorância. Pense nisso!

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

História do carnaval e suas origens

                                           

A história do carnaval tem suas origens na Antiguidade, sendo uma festa tradicional e popular que chegou ao Brasil durante a colonização.

O carnaval é a festa popular mais celebrada no Brasil e que, ao longo do tempo, tornou-se elemento da cultura nacional. Porém, o carnaval não é uma invenção brasileira nem tampouco realizado apenas neste país. A História do Carnaval remonta à Antiguidade, tanto na Mesopotâmia quanto na Grécia e em Roma.
A palavra carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é retirar a carne. O significado está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã.
Na antiga Babilônia, duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como carnaval. AsSaceias eram uma festa em que um prisioneiro assumia durante alguns dias a figura do rei, vestindo-se como ele, alimentando-se da mesma forma e dormindo com suas esposas. Ao final, o prisioneiro era chicoteado e depois enforcado ou empalado.
O outro rito era realizado pelo rei nos dias que antecediam o equinócio da primavera, período de comemoração do ano novo na região. O ritual ocorria no templo de Marduk, um dos primeiros deuses mesopotâmicos, onde o rei perdia seus emblemas de poder e era surrado na frente da estátua de Marduk. Essa humilhação servia para demonstrar a submissão do rei à divindade. Em seguida, ele novamente assumia o trono.
O que havia de comum nas duas festas e que está ligado ao carnaval era o caráter de subversão de papéis sociais: a transformação temporária do prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao deus. Possivelmente a subversão de papeis sociais no carnaval, como os homens vestirem-se de mulheres e vice-versa, pode encontrar suas origens nessa tradição mesopotâmica.
As associações entre o carnaval e as orgias podem ainda se relacionar às festas de origem greco-romana, como os bacanais (festas dionisíacas, para os gregos). Seriam festas dedicadas ao deus do vinho, Baco (ou Dionísio, para os gregos), marcadas pela embriaguez e pela entrega aos prazeres da carne.
Havia ainda em Roma as Saturnálias e as Lupercálias. As primeiras ocorriam no solstício de inverno, em dezembro, e as segundas, em fevereiro, que seria o mês das divindades infernais, mas também das purificações. Tais festas duravam dias com comidas, bebidas e danças. Os papeis sociais também eram invertidos temporariamente, com os escravos colocando-se nos locais de seus senhores, e estes se colocando no papel de escravos.
Mas tais festas eram pagãs. Com o fortalecimento de seu poder, a Igreja não via com bons olhos as festas. Nessa concepção do cristianismo, havia a crítica da inversão das posições sociais, pois, para a Igreja, ao inverter os papéis de cada um na sociedade, invertia-se também a relação entre Deus e o demônio.
A Igreja Católica buscou então enquadrar tais comemorações. A partir do século VIII, com a criação da quaresma, tais festas passaram a ser realizadas nos dias anteriores ao período religioso. A Igreja pretendia, dessa forma, manter uma data para as pessoas cometerem seus excessos, antes do período da severidade religiosa.
Durante os carnavais medievais por volta do século XI, no período fértil para a agricultura, homens jovens que se fantasiavam de mulheres saíam nas ruas e campos durante algumas noites. Diziam-se habitantes da fronteira do mundo dos vivos e dos mortos e invadiam os domicílios, com a aceitação dos que lá habitavam, fartando-se com comidas e bebidas, e também com os beijos das jovens das casas.
Durante o Renascimento, nas cidades italianas, surgia a commedia dell'arte, teatros improvisados cuja popularidade ocorreu até o século XVIII. Em Florença, canções foram criadas para acompanhar os desfiles, que contavam ainda com carros decorados, os trionfi. Em Roma e Veneza, os participantes usavam a bauta, uma capa com capuz negro que encobria ombros e cabeça, além de chapéus de três pontas e uma máscara branca.
                                                                

A história do carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que na colônia era praticada pelos escravos. 
                                                                    

Depois surgiram os cordões e ranchos, as festas de salão, os corsos e as escolas de samba. Afoxés, frevos e maracatus também passaram a fazer parte da tradição cultural carnavalesca brasileira. Marchinhas, sambas e outros gêneros musicais também foram incorporados à maior manifestação cultural do Brasil.
Por Me. Tales Pinto

E para que não caiam no esquecimento, uma hora das melhores marchinhas do verdadeiro carnaval que não volta mais. Divulguem, mostrem a seus filhos, netos para que as marchinhas de carnaval não desapareçam.