Acervo Musical Afonso Prates da Silva

Acervo Musical Afonso Prates da Silva

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

A VIDA É UMA ESCOLA


Dar e Receber

Quando eu participava de um grupo em uma casa espírita, todos os meses doávamos alimentos para compor cestas básicas que eram distribuídas às famílias carentes da comunidade.
A cada mês, um grupo encarregava-se de trazer arroz, feijão e muitas outras coisas, afim de que se compusesse a cesta.
Em determinado mês, coube ao meu grupo trazer café. Nada poderia ser mais simples: um quilo de café, não importava a marca.
No entanto, a coordenadora nos alertou: “ Combinem entre vocês para trazerem apenas café em pó ou café solúvel, porque as pessoas reclamam que receberam de um tipo e as outras de outro. Então, melhor que seja tudo igual.”
Por muito tempo, refleti sobre isso. As famílias eram carentes, recebiam cestas de alimentos que com certeza supriam suas necessidades imediatas. Então por que reclamavam?Afinal não pagavam nada!
Um dia ,caiu-me nas mãos um livro intitulado “Trapeiros de Emaús”.
Contava a historia de uma comunidade iniciada por um padre para pessoas que eram o que chamaríamos de “Sem Teto”.

Um trecho chamou-me a atenção. O padre contava suas experiências em caridade. Quando menino, ele costumava acompanhar seu pai que todos os meses, doava um dia de seu tempo para atender pessoas carentes. O pai era médico, mas como já havia quem atendesse às pessoas nesse setor, ele se dedicava a cortar cabelos, profissão que também exercera.
O menino percebia que embora seu pai executasse seu serviço de graça e com amor, as pessoas reclamavam muito. Exigiam tal ou tal corte e às vezes quando iam embora xingavam o pai porque não haviam gostado do corte. Mas o pai tinha uma paciência infinita, tentava atender ao que lhe pediam e jamais revidava as ofensas, chegando até mesmo a pedir desculpas, quando alguém não gostava do trabalho que ele realizava.
Então um dia, o menino perguntou ao pai por que ele agia assim. E por que as pessoas reclamavam de algo que recebiam de graça, que não teriam de outra forma.
“ Para essas pessoas, disse o pai, receber é muito difícil. Elas sentem-se humilhadas porque recebem sem dar nada em troca. Por isso elas reclamam, é uma maneira de manterem a autoestima, de deixar claro que ainda conservam a própria dignidade”.
“É preciso saber dar, disse o pai. Dar de maneira que a pessoa que recebe não se sinta ferida em sua dignidade.”
Depois li um livro de Brian Weiss em que ele contava que uma moça estava muito zangada com Deus. A mãe dela morrera, depois de vários anos de vida vegetativa, sendo cuidada pelos outros  como um bebê indefeso.
“Minha mãe sempre ajudou os outros, nunca quis receber nada, não merecia isso,”dizia ela. Então, ela recebeu uma mensagem dos mestres:
A doença de sua mãe foi uma bênção, ela passou a vida ajudando os outros, mas não sabia receber. Durante o tempo da doença, ela aprendeu. Isso era necessário para a sua evolução.
Depois de ler esses dois livros, comecei a entender a atitude das pessoas que reclamavam do que recebiam nas cestas básicas.
Comecei também a refletir sobre essa frágil e necessária ponte entre as pessoas que se chama “Dar e Receber”.
Quando ajudamos alguém em dificuldade, quando damos alguma coisa a alguém que a necessita, seja material ou “imaterial”, estamos teoricamente em posição de superioridade. Somos nós os doadores, isso nos faz bem e às vezes tendemos a não dar importância à maneira como essa ajuda é dada.
Por outro lado, quando somos nós a receber, ou nos sentimos diminuídos, ou recebemos como se aquilo nos fosse devido.
E quantas vezes fizemos dessa ponte uma via de mão única?
Quantas vezes fomos apenas aquele que dá, aparentemente com generosidade, mas guardando lá no fundo nosso sentimento de superioridade.. ou esperando sua eterna gratidão.
E recusamos orgulhosamente receber, porque “não precisamos de nada, nem de ninguém”.. ou porque temos vergonha de mostrar nossa fragilidade, como se isso nos fizesse menores aos olhos dos outros.
E quantas vezes fomos apenas aquele que tudo recebe, sem nada dar em troca, egoisticamente convencido de nossos direitos a isso.. A Lei é”dar com liberalidade e receber com gratidão” ensina São Paulo.
Que cada um de nós consiga entender as lições de “Dar e receber” e agradeça a Deus as oportunidades de aprendê-las.

Texto de Tânia Vernet

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O funcionário exemplar



O Carpinteiro

Gostaria que vocês ouvissem este vídeo, é pequeno, apenas 3,13m/h. Entretanto trás uma mensagem muito importante, que serve de exemplo  para quem começa sua vida no seu primeiro emprego, bem como aqueles que estão terminando sua trajetória rumo à aposentadoria.

Tenham todos, um feliz final de semana junto aos seus entes querido. Um abração
                                        

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Cem metros rasos


Olimpíadas especiais de Seattle

Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência, alinharam-se para a largada dos cem metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, com exceção de um garoto que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar.
Os outros oito ouviram o choro, diminuíram o passo, e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com síndrome de Down, ajoelhou-se, deu um beijo no garoto, e disse: “Vai sarar” E todos os nove competidores deram os braços, e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou, e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo esta história até hoje. Talvez os atletas fossem deficientes mentais...  Mas, com certeza não eram deficientes de sensibilidades.... Por quê? Porque lá no fundo, todos nos sabemos que o que importa nesta vida, mas do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer. Mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso...  Pensem nisto e tenham dias diferentes. Feliz final de semana a todos.
(Autor desconhecido)
Foto: Adefal.Org


                                                                   

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Estou velho....


Hoje ao abrir um E-mail de um colega de ginásio, Professor João Medeiros, fiquei impressionado com seu conteúdo. Era o desabafo de um velho, que como eu, não tem para quem reclamar. Quem ouvirá um velho aposentado?
Quem dará crédito a sua experiência? Bem... o melhor mesmo é vermos o vídeo, e tirarmos nossas  conclusões.

                                                    
Vídeo de : Juliana Ramires

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A história do Alpinista


Somente a fé


Tivemos uma semana de expectativas, esperávamos ver a pátria feliz.  O povo brasileiro aguardava ansioso que um simples voto banisse de nossas vidas a descrença, a dúvida, a corrupção e que um novo horizonte abrir-se-ia em nossos lares.  Mas uma vez foi adiada a vontade de uma nação sofrida, honesta e trabalhadora; entretanto não estamos completamente derrotados, existe sim, ainda uma esperança, a vontade Dele.   Não é possível que o mal prevaleça eternamente.                                                                     Eu juro que ainda acredito, e quero que você também acredite, não façamos como o nosso alpinista, historia verídica, narrada neste vídeo abaixo. Acreditem e tenham todos um feliz fim de semana.

                                                                  

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O VÔO DA ÁGUIA


A águia é usada como símbolo dos que confiam em Deus. Esse brilho é intenso e interessante. Desde sua origem, as águias podem levar até um ano para poder voar sozinhas, pessoas verdadeiras são como águias podem levar tempo para amadurecer. Podemos ver pombos andorinhas e periquitos voando em bandos, mas águias não, elas estão sempre sozinhas, ficam no alto olhando o azul infinito. Não tenha medo de ficar só, geralmente o cristão anda na contra mão da vida, voe alto, embora os que voam alto não sejam compreendidos, são invés disto, temido criticados e muitas vezes condenados. O que fazem as águias quando a tormenta vem? Elas não se escondem, abrem suas asas e a enfrentam corajosamente. Elas sabem que acima das nuvens escuras da tempestade e dos choques elétricos, o sol brilha. Na escritura sagrada lemos que os que esperam no senhor Deus renovam suas forças, sobem com asas como águias correm e não se cansam,  caminham e não se fatigam.Nesta luta terrível  as águias podem perder penas e ferir-se mas não temem e seguem em frente. Depois enquanto todo mundo ficam as escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, bem no alto. Finalmente, as águias também morrem, mas eu pergunto? Alguma vez você encontrou os restos mortais de uma águia? Nunca! Sabem por quê? Porque quando sente que chegou à hora de partir elas não se lamentam, nem ficam com medo e voam tão alto como pode.  As águias procuram com os olhos os picos mais altos, retiram as ultimas forças de seu corpo cansado e voam aos picos inatingíveis, lá esperam resignadamente o momento final, até para morrer, elas são extraordinárias. Talvez por isto o profeta Isaías compare os que confiam em Deus com as águias, quem sabe hoje você não tem diante de si um dia cheio de desafios, alguns deles podem parecer impossíveis, mas lembre-se de descansar na paz de nosso Deus e depois partir para a luta, como quem vai a uma festa, sabendo que além da tormenta o sol estará lá, brilhando

Texto adaptado de autor desconhecido.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Ele queria jogar futebol


Um exemplo de vida



Este menino morava em uma cidadezinha da Itália, e o que ele mais amava era jogar futebol. Ao lado de sua casa havia um pequeno campo e quando ele chegava da aula, logo após o almoço, reunia-se com seus amiguinhos para jogar bola. Ele sempre dizia que  seu grande sonho era quando crescer ser um craque,  que o mundo inteiro  iria conhecer e aplaudir. Aos dezesseis anos de idade, jogando com seus amigos, numa fatídica tarde, uma bola bate tão forte em seu rosto que o menino acaba ficando completamente cego. Imagine um menino adolescente cheio de sonho na vida ver o seu castelo ruir aos seus pés, falta-lhe o chão. Porém o que este menino faz nos dá uma lição de vida nos mostra como vencer as adversidades com o pensamento do bem. Este menino é um instrumento dos céus, para nos lavar a alma. Seu nome Andréa Bocelli.  Cantando  lindas canções  que encantam as pessoas e ajudam a transformar tantos corações, levando vida, levando emoção. Realmente Andrea Bocelli não pode ser um jogador de futebol, mas transformou-se neste músico maravilhoso conhecido em todo o mundo e com seu exemplo e com seu talento transforma corações de pedra em vidas de luz. Que seu exemplo seja forte no coração de todo vocês. Pense nisto e recebam um forte abraço.